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sexta-feira, agosto 12, 2022
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Familiares tentam provar inocência de PM acusado de assalto a banco em 1998

Familiares estão lutando para provar na justiça a inocência do policial militar, Salomão Costa e Silva, de 58 anos de idade, denunciado pelo Ministério Público (MP) por prática do crime de assalto a banco, no município de Fortaleza dos Nogueiras (MA), em dezembro de 1998.

Na ocasião, policiais militares foram feitos reféns e um sargento da PM perdeu a vida, após ser baleado durante a ação criminosa. Salomão foi apontado como um dos cinco envolvidos no caso. A acusação contra ele resultou na condenação de 26 anos de prisão em junho de 2021.

Lenir Gonçalves, esposa do PM, afirma que no dia do crime ela estava junto com Salomão em uma viagem para Imperatriz. “Meu marido cedo foi cortar o cabelo. Em seguida, ele foi buscar minha sobrinha, que ela ia ficar com as crianças para a gente viajar. Enquanto isso eu preparava o almoço para a gente sair logo após o almoço. Quando nós passamos em frente à delegacia, estava aquele movimento de viatura. Aquela correria de viatura. Eles estavam saindo em diligência a esse assalto que estava acontecendo”, completou ela.

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Ainda de acordo com a esposa do PM, um dos policiais que estava atendendo a ocorrência é testemunha a favor de seu marido, assim como outras pessoas que presenciaram a viagem. “Fomos abastecer lá em cima, tem uma testemunha que nos viu abastecendo por volta de 11h00 para meio-dia. Tem o rapaz que viajou com a gente que também é testemunha do meu marido”, disse Lenir.

No outro dia, Lenir afirma que seu marido foi ao quartel da polícia com ela para checar um desconto em seu contracheque. “Quando nós estamos saindo do quartel o major entra, dá voz de prisão ao meu marido e ele sem saber de nada, pedia informação: ‘Por que estão fazendo isso? O que está acontecendo? Por que estão fazendo isso comigo? O que eu fiz?’ eles não respondiam”, relembrou ela.

Na semana passada, ele foi preso pela Polícia Civil, em Imperatriz, após mandado de prisão expedido pela comarca de Balsas. Essa foi a terceira prisão de Salomão em decorrência do mesmo crime. A primeira aconteceu um dia depois do assalto ao banco.

Após mais de duas décadas, uma testemunha revelou ter mentido no processo quando afirmou que viu Salomão entre os assaltantes que roubaram um carro na fuga, após o assalto ao banco. O Advogado de defesa entrou na justiça novamente com a alegação da afirmação de que a testemunha teria mentido.

Lucas Aquino
Lucas Aquino
Acadêmico de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Membro da equipe de jornalismo do Imperatriz Online.

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